Cultura Brasileira: no ar desde 1998

A Derrota da Política e sugestões de retificação (a pedidos)

 

 

            Há tempos percebemos que, com o advento do pensamento unidimensional – em particular na política brasileira – o debate chamado de “político” deixou de girar em torno de buscas de soluções aos graves problemas nacionais, que necessariamente passariam por uma contestação das privatizações e/ou privilégios concedidos pelo governo com o fruto de nossos impostos, à iniciativa privada em detrimento dos serviços públicos em todos os setores.

            Tanto o governo neofascista de Lula da Silva e asseclas segue esta orientação globalizante, privatista e neoliberal, jugulando os trabalhadores para premiar os parasitas de cima (os 1% dos brasileiros mais ricos que, sem produzir ou realizar nada de útil ao país ficam com a maior parcela de tudo o que os trabalhadores produzimos) e os parasitas de baixo. Bem, os de baixo não são culpados de se haverem transformado em classe parasitária. Caso o debate político ainda vigorasse, se poderia fazer uma série de sugestões que viriam de encontro aos anseios dos que desejam sair da miséria em que os sucessivos desgovernos os enfiaram e ingressar também no mundo da produção, do trabalho remunerado e da capacidade de auto-sustento. Ao invés disso, o colapso da política os deixa na condição parasitária de clientes miseráveis do Estado e não nos enganemos com os discursos da propaganda, sempre distando anos-luz da realidade efetiva do Brasil em que vivemos. Quando o governante fala na propaganda que “tiramos não sei quantos milhões de brasileiros da miséria” é propaganda – por definição mentirosa – uma vez que seguem os miseráveis vivendo miseravelmente, agora como clientes do Estado. Não se tornaram livres da miséria e ainda foram reduzidos à condição deprimente de se obrigar a permanecer na situação de miséria sob pena de perder os favores governamentais miseráveis: as migalhas que lhes jogam mensalmente.

            Todo o governo fascista, de Hitler e Mussolini chegando ao Lulo-Petismo se alia aos biliardários e miseráveis, governando contra os trabalhadores, que são extorquidos. Surpreende a reviravolta rocambolesca de Lula da Silva que nega, trai seu passado histórico. Não apenas o discurso, mas sua prática pregressa de lutar com e para os trabalhadores. Galgando o poder, mudou imediatamente de lado e passa a COMBATER os trabalhadores formalizando a tradicional aliança fascista entre os mais ricos e os miseráveis para quem o dinheiro dos trabalhadores (através dos impostos mais elevados de toda a nossa história) é alocado.

            A oposição, também na direita, aplaude a encaminhamento político econômico de Lula da Silva e seus asseclas que nada mais é que a continuidade da herança (outrora chamda “maldita” e hoje beatificada e entronizada pelos neopetistas no poder) dos tucanos. Essa traição em múltiplos planos resulta num completo silêncio em termos de debate político.

            Não se tem mais no Brasil os tribunos que sugeriam – por vezes com raro brilhantismo embora não menos traiçoeiros e ladinos – alterações em rumos do encaminhamento econômico em particular. Poucos se contentam com o Brasil relegado à situação de eterna colônia do grande capital especulativo de Wall Street. Quando na oposição, o PT ainda era um partido de esquerda e discursava e lutava contra as privatizações e a política entreguista de FHC e da aliança criminosa entre PSDB/PFL/PTB e uma listagem longa de partidos que sempre se mantem no poder em busca de benesses oriundas do governante – um ministério, alguns cargos públicos ou mesmo dinheiro em espécie, tal como segue acontecendo com o PT no poder e isso a muitos surpreendeu. Julgava-se que o PT fosse agir de maneira diferente. Não, simplesmente galgou o poder e mudou de lado – usualmente mantendo até o mesmo discurso, mas um tipo de prática contraditória com tal discurso... Sudades do PT na oposição, viu?

Casos de Polícia

 

            A cessação do debate político propriamente dito deu azo ao surgimento de uma oposição miseravelmente policialesca. Não se contesta o encaminhamento da política privatista, neoliberal e globalizante que, embora lesiva em grau superlativo aos trabalhadores brasileiros, conta com a concordância generalizada de todos os partidos com ou sem representação atualmente no governo.

            Sem a alternativa do questionamento em torno do encaminhamento econômico restou prestar atenção à atuação, à prática dos que exercem o poder, agora “privatizando” para si mesmos e os seus, grandes nacos dos recursos públicos. Isto é denunciado e debatido como se tema de política fosse, mas não o é, trata-se de tema policial (quem roubou o quê, quem “desviou” quanto dos cofres públicos para finalidades ilícitas, quem paga suas contas pessoais com recursos do Erário, etc. – tudo isso que é errado, erradíssimo, o Conselheiro Acácio já saberia dizê-lo do alto de sua palermice atoleimada! – MAS NÃO SE TRATA DE TEMA POLÍTICO no sentido clássico da expressão “política”.

            A morte do debate político trouxe à tona um debate policial e já não chama a atenção do cientista social interessado em política, não em temas policiais.

            Mais uma realização histórica do PT e do PCdoB além de todos os partidos que compõem a quadrilha chamada de “base aliada” é esta transformação do Espaço Político num grande espetáculo televisivo de baixíssimo nível – como “Aqui e Agora”; “Programa do Datena” e outras baixarias mais. Fala-se exclusivamente em ladroagem, roubalheira, desvio de dinheiro público e meios usados pelos fraudadores de se manterem impunes ainda que para isso tenham de fazer alterações na legislação constitucional do país. Proibe-se a Polícia Federal de investigar as falcatruas do governo e, por Emenda Constitucional propõe-se proibir o Ministério Público de investigar crimes cometidos pelos governantes e seus asseclas. Sequer se cogita de implantar-se a honestidade na condução da coisa pública, o que era básico até algum tempo antes do golpe militar de 1964.

 

 
 

 

 

Consequências

 

            Causa desânimo ficar acompanhando temas policiais no Espaço dedicado ao debate Político. Isso não incomoda um quiabo os cientistas políticos a soldo da mídia e cabe aqui um pequeno parêntese. Ao defender meu mestrado na área, fui admoestado várias vezes a dedicar-me somente à Teoria Política (de Karl Marx, Max Weber, Norberto Bobbio...), JAMAIS a fazer incursões em torno do que está acontecendo ou deveria acontecer na PRÁTICA política. Isso significa simplesmente que não há categoria profissional menos gabaritada e menos formada para falar acerca de temas políticos que os... Cientistas Políticos Brasileiros! Os dogmas impostos nos cânones acadêmicos os proíbem de se imiscuir no que seja a prática política! Cientistas Políticos brasileiros não podem, nem mesmo têm a formação necessária para debater temas... Políticos! Causa espécie que a mídia abra espaços e anuncie de boca cheia a presença de um Cientista Político brasileiro para debater algo que esteja ocorrendo na Câmara, no Senado ou mesmo no Supremo Tribunal Federal, onde todos os crimes perpetrados pelas autoridades do Executivo e do Legislativo são julgados em última instância e mantidos na impunidade de costume. Ora, o sujeito pode falar como “cidadão bem informado”, por ler jornais, por acompanhar os noticiários, etc. Como Cientista Político não pode se manifestar sobre temática política contemporânea. Para felicidade dos Senhores da Mídia, da Propaganda e do Marketing, pouca gente sabe disso e usa-se o título “Cientista Político” até a quem não o seja, como algo a corroborar uma opinião mais abalizada acerca do que esteja ocorrendo. O contrário do que determina o dogmatismo dos cânones universitários brasileiros em Ciência Política...

            Mas mesmo como cidadão relativamente bem informado e particularmente cada vez menos interessado, conversa-se sobre os temas policiais que perpassam o noticiário político. Com grave desconforto, cabe sempre ressaltar.

 

 

 

O Que Fazer?

 

Meus leitores (todos dois) pedem que lhes apresente alternativas, que sugira soluções. Demorei muito a animar-me sequer a atendê-los. É nauseante o cenário policial em que se transformou o Espaço Político Brasileiro, mas lá vai...

1 – É vital e emergencial abolir o voto compulsório em urnas eletrônicas pré-programadas. Somos todos feitos de palhaços pois, obrigados a sair de casa, geralmente num domingo, percorremos verdadeiras corridas de obstáculo contra múltiplos panfleteiros tão inúteis quanto a nossa presença na Sessão Eleitoral pois nosso voto não é computado como já ficou amplamente demonstrado em diversas circunstâncias.

            Casar-se ou não, ter ou não uma religião, participar ou não do processo político-eleitoral são DIREITOS CIVIS e não se pode obrigar os cidadãos ao exercício de um direito civil. Nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, isso ainda ocorre e, se não comparecermos à Sessão Eleitoral (onde em geral nos esperam alguns outros cidadãos reduzidos a mais palhaços ainda pois estão condenados a um dia de trabalhos forçados ao Serviço Eleitoral Obrigatório sem que hajam cometido crime algum! Se apodamos o voto no candidato “A”, no candidato “B” ou se anulamos o voto, pouco importa! NÃO É COMPUTADO! A Urna Eletrônica é uma fraude tão gritante que até o Paraguai devolveu as urnas brasileiras por “não atender ao padrão de qualidade necessário á lisura do pleito no Paraguai”. Você imaginou que viveria para ver isso? O Paraguai recusar um produto brasileiro por falta de qualidade? Pior ainda, nem mesmo é peça de propaganda, é a pura verdade: a Urna Eletrônica Brasileira é a maior fraude eleitoral de todos os tempos históricos em todos os países do mundo.

            Mas o voto é obrigatório e, aquele que não comparecer nem justificar ausência é condenado a ter negado o acesso ao Serviço Público, ser impedido de viajar para o Exterior (não pode tirar passaporte) e uma série de outras sanções que fazem do palhaço brasileiro o eleitor mais incompetente do planeta. Ou vice-versa. Não necessariamente nessa ordem que no Brasil tudo está mesmo invertido.

            Provas de fraude abundam, mas fiquemos nas mais óbvias: vários cidadãos são alistados no Serviço Eleitoral Obrigatório com nomes, CPF’s e títulos de eleitor diferentes para que possam votar em várias ZONAS diferentes fazendo com que o número total de votos válidos ao fim de todo o cômputo ultrapasse o dobro de alistados no Serviço Eleitoral Obrigatório. Num universo de 140 milhões de Eleitores Obrigatórios, o último pleito registrou o recorde de 320 milhões de votos válidos (excedendo o número de eleitores e ultrapassando em 100 milhões a própria população do país – crianças de colo e anciãos nos asilos inclusive!).

            Outro detalhe – DETALHE... – que causa espécie é o fato de a Folha de S. Paulo anunciar com precisão o resultado da votação 5 horas antes de seu início! Perguntaria um idiota qualquer: será que o Datafolha está entre os encarregados – ou quiçá é hoje o principal encarregado – de encaminhar o processo eleitoral nas urnas eletrônicas?

            O mais chocante é o espetáculo midiático em que se transformou o dia de votação. O que qualquer país civilizado e democrático leva entre alguns dias a alguns meses a contabilizar é feito no Brasil antes mesmo que todos os votos sejam digitados nas urnas eletrônicas. A partir do início “oficial” da votação, em menos de 8 horas já se tem o resultado final, “urna a urna” numa aclamação claramente mórbida, sórdida, mas apresentada entre sorrisos, elogios e cumprimentos “pelo processo eleitoral mais rápido do mundo”. E menos eficiente também, mas isso é só um detalhe.

            Como primeira sugestão a meus leitores (todos dois) portanto, fica esta: supressão imediata da urna eletrônica e do voto compulsório no Brasil. Assim nos aproximaremos um pouco mais da lisura desejada e jamais alcançada.

2 – Aqui é preciso engrossar mesmo: a tecitura social brasileira se esgarçou a tal ponto que não se sabe sequer qual é o conjunto de leis vigentes no país hoje – a única certeza que temos é que amanhã já serão outras, pois há uma fila interminável de “emendas constitucionais” votadas no cotidiano do Congresso Nacional. Presuma-se uma pessoa eleita para o cargo máximo do Executivo Nacional. Um dos rituais a ser cumprido é o “juramento à constituição”. QUE constituição, caralho? O que temos é um tecido mal costurado e cheio de remendos, com mais lacunas que a formação intelectual de Lula da Silva!

            O Executivo pauta o Judiciário assoberbando-o com Medidas de Emergência, os Atos Institucionais da Ditadura Militar que hoje se chamam de “Medidas Provisórias” que trazem ainda maior peso que os Atos Institucionais da Ditadura e são mais numerosas que as tentativas tímidas de iniciativa do próprio Legislativo.

Como todos os partidos e político concordam com o encaminhamento político-econômico em vigor, as únicas divergências que restaram são aquelas policialescas (quem roubou o quê e quando, como se pressionará o STF par que todos fiquem impunes – o que, por sinal, sempre ocorre). Os Juízes do STF são nomeados pelos representantes políticos do crime organizado que tomou conta do Brasil e, até por solidariedade de estirpe, guardada a ressalva dos discursos tão magníficos quanto vazios que ainda fazem, deixam a todos os grandes gatunos impunes, usando para isso todos os meios legais (ou mesmo “legalizáveis”) á sua disposição.

CHEGA!

1 – É vital e emergencial abolir o voto compulsório em urnas eletrônicas pré-programadas. Somos todos feitos de palhaços pois, obrigados a sair de casa, geralmente num domingo, percorremos verdadeiras corridas de obstáculo contra múltiplos panfleteiros tão inúteis quanto a nossa presença na Sessão Eleitoral pois nosso voto não é computado como já ficou amplamente demonstrado em diversas circunstâncias.

            Casar-se ou não, ter ou não uma religião, participar ou não do processo político-eleitoral são DIREITOS CIVIS e não se pode obrigar os cidadãos ao exercício de um direito civil. Nos países mais atrasados do mundo, como o Brasil, isso ainda ocorre e, se não comparecermos à Sessão Eleitoral (onde em geral nos esperam alguns outros cidadãos reduzidos a mais palhaços ainda pois estão condenados a um dia de trabalhos forçados ao Serviço Eleitoral Obrigatório sem que hajam cometido crime algum! Se apodamos o voto no candidato “A”, no candidato “B” ou se anulamos o voto, pouco importa! NÃO É COMPUTADO! A Urna Eletrônica é uma fraude tão gritante que até o Paraguai devolveu as urnas brasileiras por “não atender ao padrão de qualidade necessário á lisura do pleito no Paraguai”. Você imaginou que viveria para ver isso? O Paraguai recusar um produto brasileiro por falta de qualidade? Pior ainda, nem mesmo é peça de propaganda, é a pura verdade: a Urna Eletrônica Brasileira é a maior fraude eleitoral de todos os tempos históricos em todos os países do mundo.

            Mas o voto é obrigatório e, aquele que não comparecer nem justificar ausência é condenado a ter negado o acesso ao Serviço Público, ser impedido de viajar para o Exterior (não pode tirar passaporte) e uma série de outras sanções que fazem do palhaço brasileiro o eleitor mais incompetente do planeta. Ou vice-versa. Não necessariamente nessa ordem que no Brasil tudo está mesmo invertido.

            Provas de fraude abundam, mas fiquemos nas mais óbvias: vários cidadãos são alistados no Serviço Eleitoral Obrigatório com nomes, CPF’s e títulos de eleitor diferentes para que possam votar em várias ZONAS diferentes fazendo com que o número total de votos válidos ao fim de todo o cômputo ultrapasse o dobro de alistados no Serviço Eleitoral Obrigatório. Num universo de 140 milhões de Eleitores Obrigatórios, o último pleito registrou o recorde de 320 milhões de votos válidos (excedendo o número de eleitores e ultrapassando em 100 milhões a própria população do país – crianças de colo e anciãos nos asilos inclusive!).

            Outro detalhe – DETALHE... – que causa espécie é o fato de a Folha de S. Paulo anunciar com precisão o resultado da votação 5 horas antes de seu início! Perguntaria um idiota qualquer: será que o Datafolha está entre os encarregados – ou quiçá é hoje o principal encarregado – de encaminhar o processo eleitoral nas urnas eletrônicas?

            O mais chocante é o espetáculo midiático em que se transformou o dia de votação. O que qualquer país civilizado e democrático leva entre alguns dias a alguns meses a contabilizar é feito no Brasil antes mesmo que todos os votos sejam digitados nas urnas eletrônicas. A partir do início “oficial” da votação, em menos de 8 horas já se tem o resultado final, “urna a urna” numa aclamação claramente mórbida, sórdida, mas apresentada entre sorrisos, elogios e cumprimentos “pelo processo eleitoral mais rápido do mundo”. E menos eficiente também, mas isso é só um detalhe.

            Como primeira sugestão a meus leitores (todos dois) portanto, fica esta: supressão imediata da urna eletrônica e do voto compulsório no Brasil. Assim nos aproximaremos um pouco mais da lisura desejada e jamais alcançada.

2 – Aqui é preciso engrossar mesmo: a tecitura social brasileira se esgarçou a tal ponto que não se sabe sequer qual é o conjunto de leis vigentes no país hoje – a única certeza que temos é que amanhã já serão outras, pois há uma fila interminável de “emendas constitucionais” votadas no cotidiano do Congresso Nacional. Presuma-se uma pessoa eleita para o cargo máximo do Executivo Nacional. Um dos rituais a ser cumprido é o “juramento à constituição”. QUE constituição, caralho? O que temos é um tecido mal costurado e cheio de remendos, com mais lacunas que a formação intelectual de Lula da Silva!

            O Executivo pauta o Judiciário assoberbando-o com Medidas de Emergência, os Atos Institucionais da Ditadura Militar que hoje se chamam de “Medidas Provisórias” que trazem ainda maior peso que os Atos Institucionais da Ditadura e são mais numerosas que as tentativas tímidas de iniciativa do próprio Legislativo.

Como todos os partidos e político concordam com o encaminhamento político-econômico em vigor, as únicas divergências que restaram são aquelas policialescas (quem roubou o quê e quando, como se pressionará o STF par que todos fiquem impunes – o que, por sinal, sempre ocorre). Os Juízes do STF são nomeados pelos representantes políticos do crime organizado que tomou conta do Brasil e, até por solidariedade de estirpe, guardada a ressalva dos discursos tão magníficos quanto vazios que ainda fazem, deixam a todos os grandes gatunos impunes, usando para isso todos os meios legais (ou mesmo “legalizáveis”) á sua disposição.

CHEGA!

É preciso Fechar o Congresso, Encerrar as atividades do Executivo e do Judiciário e convocar emergencialmente um Comitê de Salvação Nacional composto por brasileiros de reputação ilibada, não ligados ao mundo do crime, da política, dos bancos, grandes corporações ou bolsas de valores. Este Comitê deverá convocar – por voto facultativo em cédulas de papel a fim de evitarmos a continuidade das fraudes eleitorais – uma Assembléia Nacional Constituinte de que devem ser excluídos, por princípio, todos os que estão ou tentaram estar no exercício do poder nos últimos 10 a 15 anos. Uma norma salutar seria evitar a participação de qualquer cidadão que seja filiado a qualquer agremiação brasileira que comece com o nome de “Partido”. Juízes precisam ser aprovados em concurso público e, para o Supremo, deve haver votação entre os pares, JAMAIS nomeação oriunda de um poder externo, pois isso quebra o ideal democrático da tripartição de poderes postulada e praticada na maior parte dos países democráticos do mundo desde os primeiros lustros do Iluminismo.

Ou isso, ou segue tudo como está, pois o brasileiro médio se encontra anestesiado, vivendo na propaganda e pouquíssima ou nenhuma atenção prestando à vida real que vive no Brasil concreto, de verdade e crimes.

Minha opinião, atendendo ao pedido de meus queridos leitores.

 

Lázaro Curvêlo Chaves – 21 de maio de 2013

Republicado (a pedidos novamente) a 12/12/2014

 

 

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