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A Guerra de Tróia e Seus Desdobramentos para a Nossa Cultura

 

 

 

            Foi um acontecimento histórico já comprovado pelo arqueólogo pioneiro Heinrich Schliemann, que encontrou, onde hoje está localizada a Turquia, as ruínas da antiga cidade de Tróia, assim como de várias cidades de Micenas (o lado grego de onde os navios partiram para aquela Guerra) citadas nas Epopéias Homéricas. Como todos os acontecimentos de grande porte e longa data os mitos e lendas se sobrepõem aos fatos concretos e formaram as bases éticas da Civilização Grega Clássica, sendo parte integrante e constitutiva da Boa Educação de todos os Gregos, de todas as cidades-estado; portanto cabe analisar aquele episódio a partir da narrativa mitológica.

            As fontes são escassas: a Ilíada, atribuída a Homero, narra somente um período breve do último dos dez anos de duração da Guerra de Tróia. Ílion, como os gregos se referiam a Tróia, foi palco da maior e mais prolongada guerra da História da Civilização Ocidental (1).  A Odisséia, também atribuída a Homero, narra os percalços dos dez anos que Odisseu (Ulisses na Tradição Romana) levou para chegar a sua Ítaca natal, estando afastado por vinte anos. Algumas Tragédias Gregas, em particular as que nos chegaram de Ésquilo e Sófocles, abordam episódios esparsos da Guerra, presumindo seus Autores que a platéia estava bem informada acerca dos eventos em torno do conflito, transmitido inicial e principalmente por tradição oral. A Eneida, do poeta Romano Virgílio, traz o mais completo relato daqueles eventos, ele teve acesso a fontes que já não existem, contudo enfatiza aspectos enaltecedores dos Romanos (naturalmente), ou seja, é uma versão tendenciosa que, todavia, nos permite conhecer um pouco mais sobre o que era relatado na Era Clássica.

 
 

 

 

O Casamento de Peleu e Tétis; o Nascimento de Aquiles

 

            Tétis era uma Nereida (antiga divindade do mar filha do antigo deus marinho Nereu). Zeus recebeu uma profecia dizendo que o filho dela seria maior que seu pai; ainda que a desejasse, Zeus prefere providenciar o casamento dela com um humano, afinal, os seres humanos, diferentemente dos deuses, não veem problema algum em que seus filhos superem seus pais. O escolhido é Peleu que, segundo alguns relatos, se viu forçado a casar-se com Tétis mesmo sabendo que um mortal sempre sofre consequências quando se casa com uma deusa. Zeus organiza uma grande festa de casamento para Tétis no Monte Pelion e expede convites a todos os deuses e deusas, assim como aos humanos relacionados a Peleu. Exceto Éris, a Deusa da Discórdia (quem convidaria a Discórdia a seu casamento?). Mesmo ausente, ela semeia cizânia ao arremessar sobre a Mesa do Banquete de Casamento, com todos os deuses e deusas reunidos uma maçã ou “pomo” com a inscrição “Á Mais Bela” – em grego, ΤΗΙ ΚΑΛΛΙΣΤΗΙ tē kallistē. "O Pomo da Discórdia” se aloja precisamente entre as três mais belas Deusas do Olimpo: Hera (Rainha dos Deuses, irmã e esposa de Zeus, deusa protetora da Família e do Casamento); Athena (irmã de Zeus e deusa da Sabedoria, da Inspiração, da Lei e da Justiça) e Afrodite (filha da fecundação do mar pelos testículos castrados de Cronos por seu filho Zeus e deusa da beleza, da paixão sexual e do desejo – é um equívoco comum considerar Afrodite “deusa do amor”, que é uma invenção medieval). A desavença começa com todas três pegando a fruta com a inscrição e dizendo a mesma coisa: “Oh, que bom, um presente para mim!”. Zeus é chamado a decidir qual das três era a tē kallistē – a mais bela – o que ele não tem a mais remota intenção de fazer: com sua esposa Hera seu relacionamento era conflituoso nos melhores tempos, devido ao constante assédio de Zeus pelas mortais a quem Hera sempre encontrava meios de punir; a Athena tem Zeus menos desejo ainda em desagradar, precisa dela para muitas atividades Olímpicas; e Afrodite é a maior responsável por plantar em Zeus a paixão que o faz procurar pelas mortais com tanta frequência. Zeus escolhe Páris, filho caçula de Práimo (rei de Tróia) para fazer a escolha. As deusas, não satisfeitas em simplesmente desfilar diante de Páris e permitirem que escolha, oferecem-lhe suborno: Hera oferece Poder, Athena oferece Sabedoria e Vitória nos Combates, Afrodite lhe oferece a mais linda das mortais. Páris, contrariando todo o Ethos Grego voltado à conquista de Poder e Glória escolhe Afrodite que lhe oferta Helena (filha de Zeus com uma mortal e já casada com o rei de Esparta, Menelau). Imediatamente Páris – e os troianos por tabela – conquistam uma poderosa aliada em Afrodite e duas adversárias figadais nas outras duas poderosas deusas do Olimpo.

The Judgment of Paris - Pierre-Auguste Renoir - 1913

            Aquiles, o Melhor Guerreiro entre os Aqueus (Gregos) é portanto um semideus, filho de Peleu e da deusa Tétis; nas Epopéias Homéricas constam vários episódios de ferimentos não fatais em combate e fica evidente que a lenda do “calcanhar de Aquiles” é uma evolução posterior do mito: na idade média correu a versão de que Tétis o embebia em Ambrosia, segurava-o pelos calcanhares e o mergulhava no Rio Éstige (que separa o mundo dos vivos do Hades, o Reino dos Mortos) tornando-o invulnerável, exceto onde o contato com as mãos maternas evitou a ação das águas. Mas é, insistamos, uma evolução posterior do mito. De sua mãe recebe o que nenhum outro mortal podia asseverar com segurança: a certeza de que poderá escolher entre uma vida longa e feliz, porém esquecida após a morte de seus netos caso opte pelos caminhos da Paz ou uma vida curta e cheia de Honra e Glória (valores supremos para os gregos) caso opte pelos caminhos da Guerra. Note: todos os mortais têm essa POSSIBILIDADE, Aquiles é o primeiro a receber a CERTEZA...

 
 

 

O Rapto de Helena, o sacrifício de Ifigênia e o início do conflito

 

The Sacrifice of Iphigenia - François Perrier - 1633

            Zeus, Rei dos Deuses, era o Patrono, entre outras coisas, da Xenia (uma consideração verdadeiramente religiosa devida aos envolvidos no relacionamento entre hóspede e anfitrião) que Páris desrespeita quando, hóspede de Menelau, lhe sequestra a esposa Helena. O mortal é responsável pelos seus atos, mesmo quando resultado da ordem de um deus ou de uma deusa; apesar de cumprir a determinação de Afrodite, Páris terá de arcar com a pesada consequência de não apenas sequestrar uma mulher casada como agredir a Xenia, desagradando profundamente a Zeus, seu patrono.

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Alianças para a Guerra de Tróia - cliequesobre o Mapa para vê-lo em Alta Definição

            Uma agressão à Xenia, embora provocada contra Menelau, precisa ser reparada pelo patriarca da família, seu irmão Agamêmnon, que se torna o chefe da Expedição Punitiva a Tróia com o propósito declarado de resgatar Helena para seu marido Menelau, resgatando ainda a Honra e a Glória ofendida dos Gregos pelos Troianos. Mais de mil navios gregos esperam um vento propício que os leve a Tróia e os deuses o negam. Agamêmnon convoca seu profeta pessoal, o cego Calcas, a fim de conhecer uma forma de aplacar os deuses e conseguir um vento favorável. Calcas, vendo duas águias destroçarem entre as garras uma coelha grávida lhe diz que a deusa Ártemis (deusa da Caça e dos cuidados com os filhotes) estava zangada e só poderia ser aplacada com o sacrifício de Ifigênia (filha de Agamêmnon), o que ele providencia ato contínuo e o vento sopra conduzindo o comboio grego ás praias de Tróia. Interpretações modernas do Mito concluem que a ira de Ártemis dizia respeito ao que os gregos fariam após a conquista de Tróia: o saque brutal da cidade com o cometimento de uma série de atrocidades inomináveis; é como se a deusa dissesse: “para conseguir aquela conquista, vocês precisam se tornar absolutamente implacáveis. A ponto mesmo de sacrificar uma criança, inocente por definição”.

            Aquiles, com os Mirmidões, seguido de Io (Ajax, na tradição Latina) – o Segundo Maior Guerreiro Grego após Aquiles – lidera com sucesso a conquista da praia de Tróia e recebe de presente de seus comandados uma princesa capturada aos troianos, Briseida. Aquiles não recebe de presente apenas uma bela mulher, mas um TROFÉU, que representa a Timê (Honra, Respeito) e a Kleos (Glória, Fama, o que se diz de alguém mesmo após sua morte) do Herói e de sua conquista. Numa sociedade pré-literária, o que se diz acerca de alguém após sua morte e incineração aquelas são as únicas coisas que ficam, daí sua importância, enfatizada na Ilíada.

 
 

 

Ilíada: a Ira (mēnin) de Aquiles

 

            A Ilíada narra um período bem curto do último ano da Guerra de Tróia e fala basicamente acerca da Ira de Aquiles. É significativo que o Bardo haja escolhido a palavra mēnin para representá-la. Há muitos verbetes correspondentes a Raiva, Ira no Grego Antigo; mēnin é o tipo de Ira que somente os deuses são capazes de expressar!

            Agamêmnon decide tomar Briseida de Aquiles e isso precisa ser entendido para além do ciúme comum dos mortais. Ao reclamar Briseida para si, Agamêmnon logrou, nada mais nada menos, que subtrair toda a Timê (Honra, Respeito) e a Kleos (Glória, Fama, o que se diz de alguém mesmo após sua morte) que Aquiles havia acabado de conquistar! É isso que o deixa irado a ponto de se retirar da Guerra e ameaçar voltar para casa. Além disso, Aquiles conjura sua mãe, Tétis, e pede que os deuses “pesem a mão” sobre os gregos na sua ausência para que sintam o quanto ele faz falta. Neste momento Heitor, filho mais velho de Príamo, rei de Tróia, demonstra valor equivalente ao de Aquiles provocando grande dano aos gregos.

            Agamêmnon cede a seus conselheiros e finalmente envia uma Embaixada a Aquiles prometendo-lhe riquezas e prêmios maravilhosos (além de Briseida, intocada, de volta) caso ele retorne a defender os gregos. Àquela altura Aquiles começa a duvidar até mesmo dos valores em que todo o grego era educado! “Que me vale Timê e Kleos se estas me podem ser tomadas por um capricho do comandante dessa expedição?” Somente Io (Ajax, na Tradição Latina) Irmão de Armas e Segundo Maior Guerreiro Grego consegue restaurar as convicções de Aquiles e a Embaixada sai de sua tenda com a promessa de que Aquiles voltará à Guerra no momento em que os Troianos chegarem ao acampamento dos Gregos. Neste momento chega-lhe a notícia de que Pátroclo, seu companheiro e sobrinho querido, havia envergado suas vestes, liderado os Mirmidões num ataque insano aos troianos e perecido sob a espada de Heitor, que imaginava estar matando Aquiles, o Maior Guerreiro Grego. Aquiles jura vingança e sua Ira (mēnin) aumenta a ponto de se dirigir sozinho às Fortificadas Muralhas de Tróia chamando Heitor para um duelo até a morte.

            Interessante que, na Ilíada, os Troianos são representados não apenas falando o mesmo idioma e cultuando os mesmos deuses que os gregos como aparecem mais preocupados com suas relações familiares, sua paz e a segurança de suas famílias. Homero não poupa seus versos numa coloração bastante desfavorável á selvageria dos gregos... A palavra "bárbaro" usada pelos gregos referia-se primordialmente á incapacidade dos estrangeiros de falar o grego e lhes parecia ouvir algo como "bar-bar-bar", além disso, eram estrangeiros, portanto "bárbaros", todos os que cultuavam outros deuses e tinham costumes distintos dos gregos: os troianos, fica claro na narrativa, não são Bárbaros em nenhuma acepção do termo.

            Heitor, prevendo o desfecho da luta, roga a Aquiles que respeite as tradições do ritual funerário caso o vença. Aquiles nega, derrota Heitor, amarra-o pelos pés à sua biga e o arrasta pelas areias de Tróia até a grande distância entre as Muralhas da cidade e o acampamento dos gregos. Sem os rituais apropriados, acreditavam os gregos, a alma do grego não teria como atravessar o Rio Éstige e ir para o Reino dos Mortos, vagando cego numa espécie de limbo, motivo de chacota de todos. Príamo, rei de Tróia e pai de Heitor, se infiltra no acampamento Grego e suplica pelo cadáver de seu filho beijando as mãos de Aquiles, seu assassino. Aquiles é aplacado, cede ao pedido de Príamo e concede um período de trégua para que Tróia possa chorar o seu Príncipe. Agora é Agamêmnon que fica enfurecido: com que autoridade Aquiles, que, embora também rei em sua Ilha, estava em posição de subordinação ao comandante da expedição, ousa conceder um período de trégua aos troianos? O relacionamento conflituoso entre Aquiles e Agamêmnon é pontuado e enfatizado em vários pontos da narrativa homérica.

            Após o funeral de Heitor, a Guerra é retomada e, em batalha gloriosa, Páris (o mesmo que sequestrou Helena) mata Aquiles usando um arco e flechas – há menos honra ou glória num combate assim à distância, mas é como Aquiles morre. Sem referência a “calcanhares” nos trabalhos atribuídos a Homero ou mesmo ao Romano Virgílio. É definitivamente uma evolução posterior do mito, essa do “Calcanhar de Aquiles”.

 

 

 

O Cavalo de Tróia e o Saque da Cidade

 

            Toda a parte final da história do cerco e do saque de Tróia nos chegou, não através das Epopéias ou Relatos Homéricos, mas através de Virgílio, que a registrou na Eneida.

            Odisseu é visto como a perfeita antítese de Aquiles embora hajam sido grandes amigos. Enquanto Aquiles é forte, bravo e de uma sinceridade desconcertante, Odisseu é apresentado pelo Bardo como dissimulado, mentiroso, covarde e cheio de artimanhas. São precisamente as “qualidades” necessárias a derrotar os troianos. E é assim que os Romanos vêem os Gregos: uma cultura anterior e, em muitos casos superior à sua, mas composta de gente dissimulada e pouco confiável...

            Odisseu engendra o plano de simular uma retirada e uma pestilência entre os gregos. Apolo, filho de Zeus e Deus da Cura, das Doenças e da Morte Súbita, assim como da Profecia havia, claramente, sido ofendido pelos gregos que ousaram atacar Tróia, cidade sob sua proteção. Odisseu simula uma pestilência e ocultação da frota grega nas proximidades de Tróia deixando para trás um gigantesco cavalo de madeira cheio de soldados gregos nele escondidos “como uma oferenda a Netuno”.

            Sabedor da retirada dos Gregos, Príamo e sua Comitiva saem de Tróia e se dirigem à praia vazia, onde jazem alguns corpos de gregos mortos por alguma pestilência e vê o gigantesco cavalo de madeira. Consulta o Sacerdote Laocoön sobre a propriedade de levar o cavalo para dentro da cidade de Tróia, onde poderá ser posicionado próximo ao Templo de Poseidon (Netuno na Tradição Latina), a quem é ofertado e que ficava bem no centro da cidade. Laocoön responde com a frase histórica: Timeo Danaos et dona ferentes, ou seja: “Tenho medo dos gregos, mesmo quando eles dão presentes".

             Devido a àquela remarca, ou seja, ao aviso contra os gregos, Laocoön foi severamente punido. Ele e seus filhos foram atacados por gigantescas serpentes enviadas pelos deuses que protegiam os gregos.

Laocoon e seus filhos: estátua atualmente no Museu do Vaticano

            O cavalo era tão grande que os portões da cidade de Tróia precisam ser destruídos e parte da muralha arrebentada para permitir a sua passagem. Faz-se uma festa para celebrar o que parecia a vitória dos Troianos. Cai a noite e, do cavalo, saem os soldados ali ocultos por Odisseu que sinalizam aos navios gregos à distância iniciando o saque e massacre de Tróia...

            São inúmeras as atrocidades cometidas pelos gregos no Saque de Tróia. Ressalte-se:

Príamo, Rei de Tróia, ajoelhado e abraçado à Estátua de Zeus é assassinado brutalmente pelo filho de Aquiles, Neoptolomos. Ressalte-se que, para os gregos, um mortal dentro do Templo de um Deus (particularmente abraçado à sua Estátua!) estava sob a direta proteção daquele Deus.

Cassandra, filha de Príamo, mesmo refugiada no Templo da Deusa Virgem Athena é arrastada e estuprada por um homônimo de Ajax (Ajax, o Menor)

Andrômaca, viúva de Heitor, é levada como escrava por Neoptolomos.

Astyanax, o filho bebê de Heitor e Andrômaca é morto arremessado do alto das muralhas de Tróia por ninguém menos que Odisseu.

Polyxena, filha caçula de Príamo, uma criança, é sacrificada pelos gregos ao fantasma de Aquiles em busca de aplacar seu espírito...

            Por esses motivos, diz-nos Virgílio, os gregos são punidos e, ou morrem ou demoram demais para voltar para casa. Menelau consegue de volta Helena, mas precisa refugiar-se no Egito por sete longos anos; Odisseu leva dez anos em sua viagem de volta a Ítaca (tema de outro clássico homérico, a Odisséia).

 

         Enéas e a Herança Troiana em Roma         

Aeneas' Flight from Troy - Federico Barocci

 

            Enéas é filho de Anquises com a deusa Afrodite. Numa ruptura do padrão dos deuses gregos, que sempre respeitam as barreiras entre o campo de atividade uns dos outros, Zeus infunde profunda paixão sexual por Anquises em Afrodite, que gera Enéas. Primo em segundo grau de Príamo, sobrevive à Guerra de Tróia e recebe de Afrodite a incumbência de fundar uma “Nova Tróia” em outra parte do mundo, reza o Hino Homérico a Afrodite.

            Na Eneida (o nome está longe de ser casual...) Virgílio faz de Enéas antepassado de Rômulo e Remo e dos Romanos, descendentes dos Troianos.

            Há muitos contos e narrativas perpassando toda a Epopéia envolvendo a Guerra de Tróia e seus desdobramentos, que haveremos de aprofundar oportunamente ao estudarmos as cidades-estado de Atenas e Esparta.

 

Lázaro Curvêlo Chaves – 20/03/2015

 

 

 
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